Casos de autismo baixam radicalmente com a retirada do mercúrio das vacinas

Nos E.U.A., um estudo mostra a relação direta entre o mercúrio nas vacinas das
crianças e autismo, contradizendo afirmações do governo de que não há relação
comprovada entre os dois.

Publicadas na Revista dos Cirurgiões e Médicos Americanos, as informações
mostram que desde que o mercúrio foi removido das vacinas infantis, o aumento em
taxas registadas de autismo e outras desordens neurológicas nas crianças não só
parou, mas realmente caiu drasticamente – até 35%. Utilizando os próprios
bancos de dados do governo, os pesquisadores independentes analisaram casos
registados de desordens neurológicas em crianças, inclusive autismo, antes e
depois da remoção dos conservantes à base de mercúrio.

De acordo com uma declaração da Associação dos Cirurgiões e Médicos Americanos (ACMA), os números da Califórnia mostram que os índices registados de casos de autismo foram elevados, com 800 crianças afectadas em maio de 2003. Se essa tendência tivesse continuado, os casos registados teriam subido para mais de 1.000 no começo de 2006. Mas o número realmente caiu para 620, uma diminuição real de 22%, e uma diminuição da projeção de 35%.

A ACMA declarou: “Essa análise contradiz diretamente as recomendações de 2004 do Instituto de Medicina, que examinou as informações acerca da segurança das vacinas do Programa Nacional de Imunização dos Centros de Controle de Doenças. Embora sem disposição de excluir ou corroborar uma relação entre mercúrio e autismo, o Instituto de Medicina fez pouco caso de suas descobertas e decidiu que não havia mais necessidade de estudos”.

À medida em que mais e mais vacinas foram adicionadas ao plano obrigatório de
vacinas para crianças, a dose do conservante tiomersal à base de mercúrio
aumentou, de modo que a dose cumulativa injectada em bebés superou o limite
tóxico determinado por muitas agências do governo, explicou o Instituto de
Medicina.

Até cerca de 1989, as crianças da pré-escola recebiam só três vacinas –
pólio, DPT (difteria, coqueluche, tétano) e MMR (sarampo, parotidite, rubéola).
Em 1999, os Centros de Controle de Doenças recomendaram que um total de 22
vacinas fossem aplicadas antes que as crianças chegassem ao primeiro grau do
ensino fundamental, inclusive Hepatite B, que é dada a recém-nascidos dentro das
primeiras 24 horas depois do nascimento. Muitas dessas vacinas continham
mercúrio. Na década de 1990, aproximadamente 40 milhões de crianças receberam
aplicações de injeções de vacinas contendo mercúrio.

O índice de autismo subiu assustadoramente entre 1989 e 2003. Actualmente, há
mais de meio milhão de crianças nos EUA que têm autismo.<BR>Em 1999, sob
recomendação da Academia Americana de Pediatria e do Serviço Público de Saúde
dos EUA, o tiomersal foi removido da maioria das vacinas infantis como medida de
“precaução”. Não houve confissão alguma de ligação causal entre tiomersal e
autismo.

Os autores do novo relatório, o Dr. David A. Geier e o Dr. Mark R. Geier,
crêem que os consumidores deveriam ainda se preocupar com o mercúrio, que é
ainda adicionado a algumas das vacinas mais comummente usadas, tais como as
vacinas contra a gripe.

O relatório declara: “Apesar de sua remoção de muitas das vacinas
infantis, o tiomersal é ainda rotineiramente adicionado a algumas fórmulas de
vacinas contra gripe administradas nos bebés americanos, bem como várias outras
vacinas (tais como tétano-difteria e tétano monovalente) administradas para
crianças mais velhas e adultos. Em 2004, o Instituto de Medicina da Academia
Nacional de Ciências dos EUA voltou atrás da meta declarada feita em 1999 pela
Associação dos Cirurgiões e Médicos Americanos e pelo Serviço Público de Saúde
de remover o tiomersal das vacinas americanas tão logo quanto possível… Como
resultado, é um assunto de muita importancia avaliar a segurança das vacinas que
contêm tiomersal”.

Fonte:

http://www.wnd.com/2006/03/35079/

Casos de autismo baixam radicalmente com a retirada do mercúrio das vacinas

 

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