O que faz uma vacina dentro do corpo dos nossos filhos?

O que faz uma vacina dentro do corpo dos nossos filhos?

O que faz uma vacina dentro do corpo dos nossos filhos?

Pela Dra. Theresa Deisher, fisiologista molecular e celular.

A vacina é essencialmente um vírus em um líquido que é injetado nos nossos filhos. Os vírus são longas cadeias de RNA ou DNA, milhares de moléculas de DNA ou moléculas de RNA. É muito caro (o processo) para fazer crescer (reproduzir) o vírus em um tubo de ensaio, de modo o que as indústrias farmacêuticas fazem é imitar a forma natural de produzir um vírus e as células são infetadas e depois tentar purificar o vírus para separar o material celular e colocá-lo em seu produto final. Qualquer pessoa que tenha estudado química sabe que qualquer produto final é sempre puro, e se sabe, especialmente quando se deslocam de fabricação em pequena escala de seu lote de produção em escala de lote, impurezas aumentam dramaticamente no produto final.

Assim, no produto final, existem contaminantes da célula que foram usados para produzir vírus. Quando usando ovos embriões de frango, não são poluentes de ovo de galinha na vacina final. Frango que contaminante nível não é humano, nós reconhecê-lo como estrangeiro, montar uma resposta imune a ela, e bateu-o para fora do nosso corpo. No caso quando estamos usando células fetais humanos para a fabricação de vacinas, têm uns fragmentos de retrovírus porque um bebê de células retiradas teve um retrovírus. Temos grandes quantidades de fragmentos de DNA humano, DNA fetal humano primitivo porque o DNA é, e em alguns casos os contaminantes que estão em níveis mais elevados do que o ingrediente ativo da vacina. Isso é alarmante.

O que isso significa para uma criança a quem foram injetados estes materiais? Duas coisas são muito possíveis, e a ciência mostra que essas coisas acontecem e são bem estabelecidas… então há uma possibilidade de que a criança tenha uma resposta imune a esse material fetal, porque não é a criança, mas está tão perto dele porque é humano, por isso pode se tornar uma resposta autoimune na criança. Isso é um perigo. E o segundo perigo, o que achamos que está a desempenhar o papel dominante no dano causado às crianças é um processo chamado de mutagênese de inserção… e esses fragmentos de DNA podem ser inseridos no genoma de crianças, criar mutações subsequentes e causar problemas.

Casos de autismo baixam radicalmente com a retirada do mercúrio das vacinas

Casos de autismo baixam radicalmente com a retirada do mercúrio das vacinas

Casos de autismo baixam radicalmente com a retirada do mercúrio das vacinas

Nos E.U.A., um estudo mostra a relação direta entre o mercúrio nas vacinas das
crianças e autismo, contradizendo afirmações do governo de que não há relação
comprovada entre os dois.

Publicadas na Revista dos Cirurgiões e Médicos Americanos, as informações
mostram que desde que o mercúrio foi removido das vacinas infantis, o aumento em
taxas registadas de autismo e outras desordens neurológicas nas crianças não só
parou, mas realmente caiu drasticamente – até 35%. Utilizando os próprios
bancos de dados do governo, os pesquisadores independentes analisaram casos
registados de desordens neurológicas em crianças, inclusive autismo, antes e
depois da remoção dos conservantes à base de mercúrio.

De acordo com uma declaração da Associação dos Cirurgiões e Médicos Americanos (ACMA), os números da Califórnia mostram que os índices registados de casos de autismo foram elevados, com 800 crianças afectadas em maio de 2003. Se essa tendência tivesse continuado, os casos registados teriam subido para mais de 1.000 no começo de 2006. Mas o número realmente caiu para 620, uma diminuição real de 22%, e uma diminuição da projeção de 35%.

A ACMA declarou: “Essa análise contradiz diretamente as recomendações de 2004 do Instituto de Medicina, que examinou as informações acerca da segurança das vacinas do Programa Nacional de Imunização dos Centros de Controle de Doenças. Embora sem disposição de excluir ou corroborar uma relação entre mercúrio e autismo, o Instituto de Medicina fez pouco caso de suas descobertas e decidiu que não havia mais necessidade de estudos”.

À medida em que mais e mais vacinas foram adicionadas ao plano obrigatório de
vacinas para crianças, a dose do conservante tiomersal à base de mercúrio
aumentou, de modo que a dose cumulativa injectada em bebés superou o limite
tóxico determinado por muitas agências do governo, explicou o Instituto de
Medicina.

Até cerca de 1989, as crianças da pré-escola recebiam só três vacinas –
pólio, DPT (difteria, coqueluche, tétano) e MMR (sarampo, parotidite, rubéola).
Em 1999, os Centros de Controle de Doenças recomendaram que um total de 22
vacinas fossem aplicadas antes que as crianças chegassem ao primeiro grau do
ensino fundamental, inclusive Hepatite B, que é dada a recém-nascidos dentro das
primeiras 24 horas depois do nascimento. Muitas dessas vacinas continham
mercúrio. Na década de 1990, aproximadamente 40 milhões de crianças receberam
aplicações de injeções de vacinas contendo mercúrio.

O índice de autismo subiu assustadoramente entre 1989 e 2003. Actualmente, há
mais de meio milhão de crianças nos EUA que têm autismo.<BR>Em 1999, sob
recomendação da Academia Americana de Pediatria e do Serviço Público de Saúde
dos EUA, o tiomersal foi removido da maioria das vacinas infantis como medida de
“precaução”. Não houve confissão alguma de ligação causal entre tiomersal e
autismo.

Os autores do novo relatório, o Dr. David A. Geier e o Dr. Mark R. Geier,
crêem que os consumidores deveriam ainda se preocupar com o mercúrio, que é
ainda adicionado a algumas das vacinas mais comummente usadas, tais como as
vacinas contra a gripe.

O relatório declara: “Apesar de sua remoção de muitas das vacinas
infantis, o tiomersal é ainda rotineiramente adicionado a algumas fórmulas de
vacinas contra gripe administradas nos bebés americanos, bem como várias outras
vacinas (tais como tétano-difteria e tétano monovalente) administradas para
crianças mais velhas e adultos. Em 2004, o Instituto de Medicina da Academia
Nacional de Ciências dos EUA voltou atrás da meta declarada feita em 1999 pela
Associação dos Cirurgiões e Médicos Americanos e pelo Serviço Público de Saúde
de remover o tiomersal das vacinas americanas tão logo quanto possível… Como
resultado, é um assunto de muita importancia avaliar a segurança das vacinas que
contêm tiomersal”.

Fonte:

http://www.wnd.com/2006/03/35079/

Casos de autismo baixam radicalmente com a retirada do mercúrio das vacinas

 

Você não pode injetar uma toxina estranha em seu sistema e e esperar que algo bom aconteça.

Você não pode injetar uma toxina estranha em seu sistema e e esperar que algo bom aconteça.

“Não pode se proteger usando uma vacina. As vacinas não funcionam. Elas jamais funcionaram. E nunca vai funcionar. Você não pode injetar uma toxina estranha em seu sistema. É uma completa ausência e loucura da ciência. A única maneira de se proteger é fortalecer seu sistema imunológico. Fortalecer seu sistema imunológico pela ingestão de alimentos, realeis, saudáveis e normais… e seu corpo muda”

– Dr. John Bergman, Quiroprático.

85% das Vítimas dos Surtos Recentes de Sarampo Já Tinham Recebido a Vacina!

85% das Vítimas dos Surtos Recentes de Sarampo Já Tinham Recebido a Vacina!

85% das Vítimas dos Surtos Recentes de Sarampo

Já Tinham Recebido a Vacina!

A grande mídia está vertiginosamente engada em uma orgia política de massas sobre o sarampo após o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) informar que a doença está se espalhando, supostamente em grande parte devido aos viajantes estrangeiros e aos não vacinado. Mas um deslize recente da KYW Newsradio 1060 na Filadélfia revelou que 85 por cento dos casos de sarampo relatados estão de fato ocorrendo em pessoas que já receberam as vacinas.

Catherine J. Frompovich do Activist Post diz que ouviu deixarem escapar a estatística durante um programa recente da KYW 1060, apenas para descobrir que não existe mais qualquer vestígio dela no site de notícias ou em quaisquer transmissões posteriores. Mas a declaração, como ela lembra ele, foi algo do tipo:

Este que é o maior surto de todos os tempos de sarampo na Califórnia desde o sarampo foi ‘erradicado’, devido às vacinas e vacinações, deixou as autoridades de saúde locais perplexas, porque 85 por cento dos que contrairam o sarampo tinham sido totalmente vacinados“.

Frompovich ficou tão surpresa com essa declaração, especialmente porque aparentemente contradiz os dados oficiais do CDC, que ela teve que contar para todos. No entanto, não é de surpreender, visto os surtos anteriores semelhantes, incluindo um grande surto em Nova York, onde 20 pessoas ficaram doentes com sarampo. Destas pessoas, 18, ou 90 por cento, já haviam sido vacinadas contra o sarampo, o que subsidia o valor de 85 por cento admitido pela rádior KYW 1060.

De acordo com o Departamento de Saúde do Estado de Nova York, duas das 20 pessoas infectadas em um recente surto de sarampo em Nova York foram crianças que não tinham sido vacinados por escolha do seu pai“, admite Comcast SportsNet Philadelphia, sugerindo que estas dois crianças não vacinadas foram de alguma forma a causa do surto. No entanto, nenhuma menção é feita da anomalia gritante que 90 por cento das crianças que deveriam ter sido protegidas pela vacina, de fato, não foram protegidas.

Vacinas propagam da doença, e não pessoas não vacinadas

E, no entanto, estes e outros fatos inconvenientes estão faltando nos últimos relatos da mídia sobre os surtos de sarampo, que enganosamente insinuam que as crianças não vacinadas estão espalhando a doença. Na maioria dos casos que envolvem não só surtos de sarampo, mas também a coqueluche (pertussis) e outras doenças infecciosas, é a vacinação, que é responsáveis tanto por pegar como por propagar a doença.

Em todo e qualquer relato de casos de doença infecciosas, deve ser obrigatório ao HHS/CDC, além das autoridades de saúde estaduais e municipais, relatarem o seguinte: (a) se o indivíduo foi vacinado, (b) o(s) tipo(s) de vacina(s), e (c) as datas de vacinação, uma vez que algumas doenças infecciosas podem ser causadas por aquilo que é conhecido como ‘shedding’“, escreveu Frompovich.

Shedding, claro, refere-se à ocorrência comum de crianças vacinadas transportando por aí vírus vivos e expondo outras pessoas a eles durante os primeiros dias após a vacinação. A combinação de sarampo, caxumba e rubéola (vacina MMR), por exemplo, tem um período recomendado de três meses de espera em mulheres grávidas, pois a vacina pode espalhar os vírus vivos para bebês em gestação ainda no útero.

Um estudo realizado nos EUA pela Food and Drug Administration (FDA), publicado nos Anais do jornal da National Academy of Sciences (PNAS) descobriram que um germe associado com a coqueluche persistiu em babuínos vacinados em uma média de até 35 dias após a vacinação com o a vacina acelular, e 18 dias com a vacina de células inteiras.

Quando colocado ao lado de outros babuínos não expostos ao germe, se descobriu que os babuínos vacinados transmitiram (shedding) o vírus e infectaram os outros babuínos, ilustrando claramente que as vacinas – e não pessoas vacinadas – espalharam a doença. espalhou.
Fonte: http://www.noticiasnaturais.com

VAXXED: de Encobrimento para Catastrophe. TRILER

VAXXED: de Encobrimento para Catastrophe. TRILER

VAXXED em português

(TRAILER with captions in Portuguese)

VAXXED: de Encobrimento para Catastrophe
O FILME QUE ELES NÃO QUEREM QUE VOCÊ VEJA.
THE FILM THEY DON’T WANT YOU TO SEE.

Vacina contra H1N1 pode dar falso positivo para HIV

Vacina contra H1N1 pode dar falso positivo para HIV

Vacina contra H1N1 pode dar falso positivo para HIV

Nota da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revela que as pessoas que tomaram a vacina H1N1, contra a nova gripe, podem ter resultado positivo para HIV mesmo sem ter o vírus que provoca a Aids. Segundo a técnica Lílian Inocêncio, responsável pela área de Laboratórios do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids (DST/Aids) do Ministério da Saúde, o falso resultado positivo pode ocorrer até 112 dias após a pessoa ter se vacinado contra a gripe.

O problema já havia sido detectado pela Anvisa em março, mas foi abordado nesta sexta-feira (21) pelo DST/Aids. Na nota de março, a agência dizia que “podem ser obtidos resultados falso-positivos em testes imunoenzimáticos para detecção de anticorpos contra o vírus da Imunodeficiência Humana 1 (HIV 1), o vírus da Hepatite C e, especialmente, HTLV-I, devido à produção de IgM em resposta à vacina contra Influenza A(H1N1)”.

O falso resultado acontece porque a vacina contra a gripe aumenta a produção de um anticorpo, chamado de IgM (o primeiro batalhão de defesa do organismo), que “engana” o Elisa, o teste mais comum feito no Brasil para diagnosticar o vírus da Aids. Essa reação faz o organismo reproduzir uma condição parecida com aquela de quem tem o vírus HIV.

A técnica Lílian Inocêncio disse que o procedimento padrão da rede pública de saúde em casos de resultado positivo para HIV já é fazer a contraprova por meio de outro tipo de exame, o Western Blot, mais caro.

Segundo ela, não há motivo para pânico. “Ninguém precisa se preocupar porque nenhum paciente vai receber o resultado positivo sem que seja feita a contraprova”, afirmou Lilian. De acordo com ela, nenhum paciente é informado de que tem o vírus HIV sem que seja feita antes a contraprova.

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (21) no Rio de Janeiro, o ministro da Saúde José Gomes Temporão alertou sobre o falso resultado positivo.

“Quando acontece esse falso positivo, que são casos raros, qual é a consulta? É muito simples: isso só acontece dentro de 30 dias a partir do momento que a pessoa tomou a vacina. Dando positivo, ela vai refazer esse teste, com um teste mais sofisticado, e esse vai dar, com certeza, se ela é positivo ou não”, afirmou. Ele fez questão de esclarecer que a vacina contra H1N1 não oferece nenhum risco de transmissão de HIV.

Problema incomum, mas sem gravidade
“Não é comum essa reação cruzada, esse encadeamento de falsos-positivos [quando um teste diz que a pessoa está doente, mas ela não tem nada] por geração de anticorpos para vírus tão diferentes, o H1N1 e o HIV”, aponta Edecio Cunha-Neto, chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da USP.

“No limite, o que acontece com a produção industrial em ritmo acelerado da vacina contra a nova gripe é que, se a quantidade de adjuvantes, os componentes que potencializam a ação da vacina, estiver um pouco acima, pode fazer a resposta imunológica ter uma reatividade cruzada: acabar dando positivo para várias outras coisas.”

Fonte: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/05/vacina-contra-h1n1-pode-dar-falso-positivo-para-hiv-diz-anvisa.html?utm_source=facebook

VAXXED: de Encobrimento para Catastrophe

VAXXED: de Encobrimento para Catastrophe

VAXXED: de Encobrimento para Catastrophe
O FILME QUE ELES NÃO QUEREM QUE VOCÊ VEJA.

Recentemente, foi visto um novo capítulo na guerra entre os defensores da vacinação, a medicina oficial e os ativistas que denunciam os danos provocados pelos produtos tóxicos contidos em algumas vacinas

https://www.youtube.com/watch?v=hZiSZjp6440

E o principal protagonista deste novo confronto, é nada menos que o célebre ator Robert De Niro.

Lembre-se que, segundo denunciam muitos ativistas anti-vacinação, o alumínio contido em muitas das vacinas aplicadas em crianças, poderia estar relacionado com o alto crescimento dos casos de autismo que muitas crianças estão sofrendo em todo o mundo e, mais precisamente, os ativistas apontam a vacina tríplice viral, contra sarampo, caxumba e rubéola (SCR).

A polêmica foi gerada pela exibição do documentário “Vaxxed: Da Ocultação à Catástrofe” no Festival de Cinema de Tribeca, Nova York, do qual Robert De Niro é co-fundador e promotor.

Inicialmente, De Niro defendeu a exibição deste polêmico documentário anti-vacinação no Festival:

Eu quero que haja um debate“, afirmou De Niro, se referindo ao documentário dirigido por Andrew Wakefield.

Grace e eu temos um filho com autismo, e acreditamos que é fundamental que todas as questões relacionadas com as causas do autismo sejam discutidas e examinadas abertamente“, disse De Niro.

“Nos 15 anos transcorridos desde o início do Festival de Cinema de Tribeca, nunca foi pedido que um filme fosse exibido ou entrasse na programação.

No entanto, isto é muito pessoal para mim e para minha família e quero que um debate ocorra, e por isso, apoiamos que seja exibido o documentário. Eu não apoio pessoalmente o conteúdo do filme, nem sou anti-vacinação. Eu apenas estou dando a oportunidade de que se discuta sobre a questão“.

O documentário “Vaxxed” provocou protestos em muitos setores, especialmente nas publicações de temática científica.

Muitos na comunidade científica acreditam que o diretor de Vaxxed, Andrew Wakefield, é responsável de ajudar a criar o mito de que a vacina SCR pode causar autismo, inclusive chegaram a afirmar que milhares de pessoas no Reino Unido, deixaram de receber a vacina tríplice viral e o sarampo se estendeu por  todo o país (não deixaram claro porque razão algumas pessoas vacinadas contra o sarampo foram infectadas igualmente, apesar da vacina tê-las protegido).

A questão é que a polêmica chegou aos organizadores do festival e eles tiveram que justificar sua decisão de exibir o documentário, amparando-se em algo tão essencial como a liberdade de expressão:

Tribeca, como a maioria dos festivais de cinema, é diálogo e discussão. Com os anos, temos exibido muitos filmes de lados opostos de um mesmo problema. Somo um foro, não um juiz“, afirmou o comunicado da direção do festival.

Vaxxed deveria estrear no Tribeca no domingo, 24 de abril… mas já não será exibido.

O próprio Roberto De Niro, antes da pressões sofridas, se viu obrigado a sair de cena e anular a exibição do filme, revertendo sua decisão inicial.

Não acredito que contribua ou promova o debate que havia esperado“, declarou o ator.

Minha intenção ao selecionar este filme, era proporcionar uma oportunidade de debate em torno do tema que é muito pessoal para mim e para minha família. Mas, após discuti-lo nos últimos dias com a equipe do Festival de Cinema de Tribeca e pessoas da comunidade científica, não acredito que contribua ou promova a discussão que havia esperado

O Festival não tenta evitar ou afastar-se da controvérsia. No entanto, temos preocupações com certo aspectos deste filme que acreditamos que não nos permite apresentá-lo na programação do Festival. Decidimos eliminá-lo de nosso programa“.

Bem, não precisa ser muito imaginativo para entender o que ocorreu.

Se tal e, como afirmava De Niro inicialmente, o filme poderia provocar um debate enriquecedor entre os defensores de ambos pontos de vista, ninguém pode entender como poucos dias depois, e após reunir-se com “pessoas da comunidade científica”, essa possibilidade de debate desapareceu.

Em um debate, os defensores da vacinação, com seus conhecimentos científicos, poderiam ter demonstrado à plateia que tinham razão, impondo-se à essas pessoas que praticamente tratam como “fanáticos e ignorantes”.

E aqui, devemos perguntar: por que um cientista não quer debater cara a cara com um ignorante, ao qual pode desmontar facilmente com dados e argumentos?

E, deveríamos perguntar: o que foi feito a Robert De Niro para que ele se retratasse desta forma em relação à sua intenção inicial?

O pesquisador Jon Rappoport, expõe como ocorreu a reveladora sequência de acontecimentos que levou De Niro a esta decisão…

1 – De Niro, o qual tem um filho autista, decide defender publicamente a exibição de Vaxxed no festival de Tribeca. Este filme revela que há uma relação casual entre as vacinas e o autismo.

2 – Inicia-se uma campanha de pressão contra Robert De Niro, assim que o ator se reúne com o congressista da Flória, Bill Posey, que o deixa saber sobre o que o filme visa. Posey sabe, porque ele e sua equipe tem em seu poder muitos documentos de William Thompson, pesquisador do CDC, que denunciou publicamente a grande fraude da vacinação e o autismo m 2014.

3 – Após reunir-se com o congressista, De Niro decide que não apenas irá promover o filme no Festival, mas que, além disso, o vai apresentar ao público o mesmo, ao vivo no palco.

4 – Das sombras emergem pessoas que apertam De Niro. O que dizem? Com o que o ameaçam? Talvez que sua carreira no cinema irá acabar? Que acabarão com o Festival de Cinema de Tribeca? Que o tratamento médico que seu filho recebe será cortado? Talvez o tenham ameaçado a nível pessoal ou alguém de sua família?

5 – De Niro decide sair e cancelar a exibição de Vaxxed, contradizendo publicamente seu próprio argumento inicial, o qual estava centrado em “gerar um debate”.

É bastante evidente que a poderosa Máfia Médico-Farmacêutica colocou em marcha toda sua maquinaria de repressão e ameaça.

Isso qualquer pessoa vê.

Tal e como afirma muito corretamente denuncia Jon Rappoport:

“Pensem sobre isto. Se pode ser visto um filme sobre ataques aéreos americanos matando civis inocentes, pode-se ver um filme sobre a vigilância penal sobre toda a população. Se pode ser visto um filme sobre a CIA atuando contra governos estrangeiros, então, pode ser visto um filme sobre as mega corporações pulverizando químicos sobre as cidades, onde as crianças nascem com defeitos físicos e psíquicos e os adultos morrem de câncer.
No entanto, não se pode ver um filme que sugere que a vacina pode ser a causa do autismo.
É muito importante e atenta contra um segredo muito grande para ser contado. Um monopólio que torpedeia a quem deve ser protegido, sem se importar como ou com quem

O que Rappoport denuncia é tão inquietante como correto.

Foram produzidos todos os tipos de documentários que denunciam as grandes corporações como a toda poderosa Monsanto, ou agências relacionadas com os mais altos poderes do planeta, como a CIA… no entanto, toda forma repressiva é aplicada contra aqueles que denunciam a possibilidade de uma relação entre a vacinação e o autismo, esmagando com ela a liberdade de expressão.

E todo mundo deveria perguntar-se…. Por que?

Outros atores americanos, como os comediantes Jim Carrey e Rob Schneider, não estão se calando e estão dando a cara publicamente para denunciar esta escura realidade… e vendo o ocorrido com De Niro, é óbvio que devem estar recebendo, também, fortes pressões.

Leia mais: A Guerra das Vacinas: A Censura ao Ator Rob Schneider por Expor a Fraude da Vacina Tríplice e o CDC

Melhor vigiar sua saúde e cuidar de suas costas.

Para finalizar, o artigo de Rappoport expõe os antecedentes das denúncias realizadas pelo pesquisador William Thompson.

Em 2014, William Thompson, pesquisador renomado do CDC, fez uma declaração afirmando que ele e vários colegas cientistas haviam mentido sobre um estudo chave do qual foram autores 10 anos antes.

O estudo revelou uma conexão entre a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e a proliferação de casos de autismo entre crianças jovens e negros… mas essa parte tão polêmica do estudo (e tão potencialmente prejudicial para as indústrias farmacêuticas e o próprio CDC), foi censurada e eliminada pelos próprios pesquisadores.

No entanto, Thompson manteve cópias da páginas e acabou passando-las ao congressista Bill Posey entre outras pessoas.

Congressista Bill Posey

Thompson declarou posteriormente, através de seu advogado, que não iria falar com a imprensa e somente trabalharia com o Congresso dos EUA, caso o qual, se iniciou a pesquisa… No entanto, não há indicação alguma de que esta pesquisa chegou a ser feita, nem há indícios de que as denúncias de Thompson sejam ouvidas nas audiências do Congresso.

E este obscuro e inquietante assunto, é o tema do filme Vaxxed, o filme que foi censurado no Festival de Cinema de Tribeca.

Finalmente, o próprio Jon Rappoport, um pesquisador que há muitos anos tenta denunciar as atividades da máfia médico farmacêutica, nos conta suas próprias experiências com as pessoas da Indústria do Cinema, que talvez nos ajudem a compreender melhor o nível de pressão que pode ter experienciado Robert De Niro.

Nas palavras do próprio Rappoport, procedentes de seu artigo, “Medical truth canceled due to Hollywood”…

Há vinte e cinco anos, vi desaparecer a carreira de um ator de Hollywood, que, de repente, foi derrubado por completo. Conversei com ele que me revelou muitas coisas.
 
Este ator já havia provocado certos alertas ao fazer algumas observações nas quais denunciava pesquisas médicas falsificadas; falava com seus amigos sobre as cirurgias desnecessárias que realizavam em um famoso hospital e estava repassando um roteiro que falava sobre a pesquisa desta corrupção e que, supostamente, nunca foi levado ao cinema.
 
Em belo dia, este ator desapareceu das telas, como se nunca houvesse existido. Não foi apenas o fato de que sua carreira foi derrubada por completo. É que além disso, outras pessoas da indústria do cinema tinham medo de se associarem a ele. Sutilmente, pouco a pouco, as pessoas ao redor dele começaram a “vê-lo de uma maneira diferente”.
 
Felizmente, ele era uma pessoa forte e foi capaz de restabelecer sua vida fora da indústria cinematográfica.
 
Ele me disse inclusive, que as estrelas mais importantes poderiam sofrer este tipo de excomunhão.
 
“Muito poucos atores”, disse, “tinham a força para aguentar”.
 
 
Me encontrei com um produtor que não havia trabalhado em um filme por 20 anos. Ele sofria de uma série de doenças. Eu o entrevistei para falar sobre um roteiro sobre uma falsa epidemia, que na realidade era impulsionada pelo CDC. Quando lhe expus esse argumento, ele ficou branco de repente. Depois de recuperar-se, me olhou como se eu fosse o diabo encarnado, como se eu tivesse aparecido em sua casa para arrasta-lo para o inferno.
 
Ele me disse que eu estava louco, que nunca havia feito um filme como esse, e que se alguém, se associasse a um projeto como esse, acabaria incluído na lista negra. Eu o lembrei que não tinha nada a temer, pois o mesmo não estava ativo no negócio por muito tempo. Mas o produtor me responder que isso não importava. Me disse que a Indústria Médica tinha seus tentáculos laçados sobre a indústria do cinema.
 
“Pelo amor de Deus”, me disse, “quando eu trabalhava de produtor, meu próprio chefe estava no conselho de um grande hospital. Havia fornecido grande quantias em dinheiro à uma escola de medicina da universidade. Você acredita que alguém como ele, havia permitido que fosse feito um filme que denunciasse uma fraude médica em grande escala? Antes que me deixarem fazer isso, eles me atropelariam com seu carro”.
 
 
Há alguns anos, tive uma reunião com um produtor. Lhe mostrei uma ideia para um filme, cujo argumento girava em torno de testes secretos no âmbito médico: os médicos dos EUA estavam matando centenas de milhares de pessoas a cada ano com medicamentos e com os maus tratamentos em hospitais. Esse argumento era baseado, de fato, em estudos científicos que denunciam. O produtor me olhou e disse: “Sim, você me disse por telefone sobre esta história. Na verdade vim, apenas para ver que cara de louco você pode ter.”
 
A verdade é que ele era um tipo agradável, e conversamos durante uma hora, mais ou menos. Ele me garantiu que sua carreira terminaria se alguma vez se pusesse a trabalhar seriamente na arrecadação de dinheiro para realizar um roteiro com o qual eu tinha em mente. “Assim que voçe começasse a conseguir dinheiro para fazer este filme, vozes seriam ouvidas. As pessoas saberiam do que se trata o filme. E então, perderia todos seus amigos da Indústria e já não te responderiam ligações. Você estaria acabado”.
 
 
Finalmente, falei, não faz muito tempo, com um homem que eu qualificaria como “angariador de fundos médicos”. Um tipo que operava ao redor da indústria do cinema.
 
Ele basicamente se dedicava a canalizar grandes quantias em dinheiro procedentes de pessoas famosas que doavam para causas médicas.
 
Para ver sua reação, lhe disse que tinha um roteiro sobre as mortes em massa provocadas pela Indústria Médica nos EUA. Ele me olhou e sorriu: “Você está brincando comigo, certo? Aposto minha casa contra um dólar da sua parte que nunca chegará a fazer um filme como esse”. Eu lhe pergunte por quê razão chegaria a fazer uma aposta desse calibre e sua resposta foi muito reveladora. Ele me disse: “Nós e o pessoal do cinema dormimos na mesma cama. Estamos felizmente casados há muito tempo. Você acredita que pode vir aqui e dizer a um de nós que o outro esteve enganando-o e que pretende contar a todos? Como você acredita que vamos reagir?”
 
 
Ao longo dos anos, aprendi que o cartel médico e Hollywood estão estreitamente relacionados.
 
Você pode escalar o quanto quiser para tentar entender como funciona esta relação entre ambas indústrias, mas o nível do território, onde os atores, agentes, produtores e diretores tentam viver e trabalhar, todos estão sob estrito controle. E todos eles sabem. Não vão falar disso publicamente, mas sabem.

Bem, esta é a opinião de Rappoport e, evidentemente, pode ser discutida.

Mas o que Rappoport denuncia, não parece tão fantasioso quando vemos casos tão reveladores como o de Robert De Niro e o do filme Vaxxed no Festival de Cinema de Tribeca…

Leia mais: http://www.vaxxedthemovie.com/

Fonte: http://www.noticiasnaturais.com/2016/04/robert-de-niro-e-ameacado-pela-mafia-farmaceutica/#ixzz45Y1d76qJ